Nenhuma decisão nasce de uma fonte só.

O Motor Planeja pesquisa dentro e fora antes de propor, escolhe a IA certa para cada tipo de pergunta e separa o que é fato do que é hipótese.

Nenhuma decisão nasce de uma fonte só.

Antes de calcular qualquer coisa, o Planeja junta o que o negócio já registra com o que acontece fora dele e diz de onde veio cada sinal.

O contexto que o Conecta já formou.

Vendas, custos, campanhas, documentos e conversas chegam com origem, recência e permissão. A pesquisa começa do que já é verdade na casa. O Motor Conecta entrega esse material já organizado no contexto do negócio. Um pedido, um pagamento e um contrato entram como registro, não como resumo. Cada leitura guarda a data e o link de volta para onde o dado nasceu.

O que acontece fora também entra, com a fonte à vista.

Preço de concorrente, sazonalidade do setor, mudança de regra. O sinal externo nunca é tratado como verdade interna: ele entra rotulado. Benchmark de mercado e regulação nova chegam com quem publicou e quando. A triangulação exige duas origens antes de o dado virar fato. Sem a segunda origem, o dado fica como hipótese e some do plano se for negado.

Cada tipo de pergunta vai para o motor que resolve aquilo.

Comparar números não é a mesma tarefa que ler um contrato de 40 páginas. O Planeja classifica a pergunta e escolhe onde ela roda. O cálculo vai ao motor matemático e a busca vai ao índice do Conecta. O leitor longo abre o documento inteiro em vez de resumir antes. O modelo de raciocínio amarra as respostas numa explicação só.

O que está confirmado fica separado do que é suposição.

Um plano pode se apoiar numa hipótese, desde que ela apareça como hipótese. Misturar as duas é assim que uma decisão erra sem ninguém ver. Fato, cálculo, estimativa e lacuna recebem rótulos diferentes na resposta. O fato aponta para o pedido, o pagamento ou o contrato que o registrou. Quando uma estimativa vira fato, a conclusão que dependia dela é revisitada.

O que ele não sabe também é resposta.

Fonte desconectada, período sem dado, campo vazio. A lacuna aparece no lugar onde ela pesa, em vez de virar um número inventado. A resposta nomeia qual conexão falta e o que dependia dela. Sem método aplicável à pergunta, o Planeja diz isso em vez de forçar um. Nenhuma analogia com outro negócio preenche esse buraco.

A pergunta é classificada antes de ser respondida.

É a diferença entre perguntar para uma IA genérica e perguntar para quem sabe qual ferramenta usar. Pergunta: Por que a margem caiu no mês passado? Resposta: O desconto médio subiu 4,8 pontos e o custo variável, 2,1. cálculo: engine: motor matemático; ação: recalcula margem por produto e por canal. busca no contexto: engine: índice do Conecta; ação: acha as campanhas e os custos daquele período. leitura de documento: engine: leitor longo; ação: confere o contrato do fornecedor que mudou. raciocínio longo: engine: modelo de raciocínio; ação: amarra as três respostas numa explicação só.

A pesquisa não começa do zero a cada pergunta.

Cada método entra quando o sintoma dele aparece. Nenhum é aplicado por hábito. Quando nenhum método se aplica ao que foi perguntado, ele diz isso em vez de forçar um. STP: fonte: Kotler & Armstrong; uso: separa o mercado antes de comparar uma média que não existe. Cinco forças: fonte: análise de concorrência; uso: situa preço e oferta contra quem disputa o mesmo cliente. Coorte: fonte: análise por safra; uso: impede que um mês bom esconda uma safra que parou de comprar. Triangulação: fonte: método de pesquisa; uso: exige duas origens antes de tratar um sinal como fato. Sazonalidade: fonte: série temporal; uso: separa queda de mercado de queda de execução. Rastreio de origem: fonte: atribuição; uso: liga o resultado ao canal que o gerou, quando a fonte permite.

Nem toda pergunta se resolve do mesmo jeito.

Classificar antes de responder é o que faz a resposta chegar certa. Perguntar tudo para o mesmo modelo é o que faz uma IA genérica errar conta e inventar cláusula. O QUE VOCÊ PERGUNTA. título: Quanto?; descrição: “Qual foi a margem de julho?” Vira conta, com fonte e período. título: Por quê?; descrição: “Por que ela caiu?” Vira busca no contexto e comparação entre períodos. título: O que diz?; descrição: “O contrato permite reajustar agora?” Vira leitura de documento longo. título: E se?; descrição: “E se eu cortar o desconto?” Vira simulação com faixa de confiança. PARA ONDE VAI. título: Motor matemático; descrição: Conta determinística sobre os dados que o Conecta formou. título: Índice do contexto; descrição: Busca semântica com permissão, recência e origem preservadas. título: Leitor longo; descrição: Modelo de janela grande, que lê o documento inteiro sem resumir antes. título: Simulador; descrição: Projeção com a faixa que abre conforme o cenário sai do histórico.

Três níveis de certeza, marcados como três.

Um plano pode se apoiar numa hipótese. O que não pode é ela chegar disfarçada de fato. nome: Fato; formula: registrado na fonte; sources: pedido; pagamento; contrato; answers: Vem com origem, data e link de volta para o registro. nome: Cálculo; formula: derivado de fatos; sources: motor matemático; answers: Abre e mostra a fórmula e os termos que entraram. nome: Estimativa; formula: projetado do histórico; sources: série temporal; sazonalidade; answers: Sempre com faixa, nunca como número único. nome: Hipótese; formula: assumido por alguém; sources: você; o time; o mercado; answers: Fica rotulada e some do plano se for negada. nome: Lacuna; formula: não existe dado; sources: fonte desconectada; período vazio; answers: Aparece no lugar onde pesa, sem ser preenchida.

A pesquisa lê o que já está conectado.

Cada uma tem página própria no diretório, com o que ela entrega e o que fica de fora. Sem uma fonte conectada, o capítulo diz que não sabe em vez de estimar por analogia.

Ele pesquisou. Agora precisa contar.

O que a pesquisa levantou vira número com a conta à vista.