Agentes que entendem o trabalho antes de começar.
Conheça os agentes do SOCEO: Assistente, Criador, Orquestração, Governança e Biblioteca em um trabalho com contexto, aprovações e entregas rastreáveis.
Agentes que entendem o trabalho antes de começar.
Cada agente do SOCEO recebe o contexto do negócio, um objetivo claro e somente as ferramentas permitidas. Ações que exigem autoridade humana param para aprovação. A entrega volta com as evidências que explicam o trabalho.
Um ponto de partida para cada tipo de trabalho.
Converse com o Assistente, configure agentes para funções específicas e acompanhe o trabalho entre equipes. O SOCEO mantém objetivo, contexto, autorização e resultado no mesmo percurso.
Assistente
Pergunte ao seu negócio. Receba uma resposta que mostra de onde veio. O Copilot reúne o contexto disponível no workspace para explicar indicadores, recuperar decisões e preparar o próximo passo. Cada resposta distingue fatos, cálculos e inferências, aponta as fontes consultadas e deixa visíveis as lacunas que ainda precisam de dados. Perguntas em linguagem natural. Fontes e premissas na resposta. Próxima ação com contexto.
Criador de agentes
Transforme uma rotina em uma missão com escopo claro. Descreva o objetivo, as fontes de contexto, as ferramentas permitidas e o resultado esperado. O agente parte de uma função definida para o seu negócio e sabe quando precisa devolver uma proposta para revisão. Objetivo e resultado esperados. Contexto e ferramentas autorizadas. Ponto de revisão humana.
Orquestração de agentes
Passe o contexto adiante sem perder o fio da decisão. O SOCEO organiza tarefas entre agentes especializados, responsáveis humanos e sistemas conectados. Cada etapa recebe o contexto necessário, registra o que foi feito e encaminha a próxima ação conforme a política da empresa. Etapas e responsáveis. Contexto entre especialidades. Histórico de cada passagem.
Governança de agentes
Defina quem consulta, quem propõe e quem executa. Permissões da fonte, limites do workspace e aprovações acompanham a missão. O SOCEO torna visíveis as ferramentas usadas, as evidências e as decisões humanas para que a equipe entenda cada ação antes e depois da execução. Identidade e permissões. Aprovação antes da ação sensível. Trilha de evidências.
Biblioteca de agentes
Escolha um trabalho recorrente e adapte ao seu processo. A biblioteca organiza pontos de partida por área e resultado: analisar margem, preparar reuniões, acompanhar metas e organizar pendências. Cada cenário mostra quais dados entram, qual entrega sai e onde a equipe decide. Casos de uso por área. Escopo editável. Entrega ligada ao objetivo.
O trabalho começa com um perímetro claro.
Antes de qualquer entrega, o agente precisa saber o que o negócio quer, quais informações pode consultar, quais ferramentas pode usar e onde a decisão humana entra. Entende o recorte do negócio. Fontes, métricas, documentos, decisões anteriores e lacunas formam a realidade da tarefa. origem + atualização + permissão. Recebe objetivo e limite. A missão declara o resultado esperado, o prazo e as ferramentas que podem participar. objetivo + prazo + ferramentas. Para quando precisa do humano. A política separa consulta, proposta e execução. Ações sensíveis aguardam a pessoa responsável. risco + política + aprovador. Devolve resultado com trilha. A saída registra o que foi consultado, decidido, aprovado e entregue, junto das lacunas relevantes. resultado + evidências + histórico.
Quatro trabalhos que ficam melhores quando o contexto viaja junto.
Troque o cenário para ver como objetivo, ferramentas, aprovação e entrega mudam sem perder a origem. Cenários ilustrativos para mostrar como contexto, aprovação e entrega se conectam. Analisar a margem. Receita líquida, custos variáveis, investimento de aquisição, período e regra de atribuição. Explicar o desvio de margem e preparar uma próxima ação revisável. Consulta ao core do negócio e cálculo com fórmula declarada. A análise pode avançar; qualquer mudança em campanha ou orçamento aguarda autorização. Diagnóstico com fontes, premissas, lacunas e ação proposta. margem → evidências → hipótese → proposta. Preparar uma reunião. Métricas, decisões anteriores, pendências, documentos, responsáveis e dados ainda faltantes. Montar uma pauta que ajude o time a decidir, sem reconstruir o histórico na hora. Consulta aos registros autorizados e organização da pauta. A pauta pode ser preparada; compromissos e mudanças de responsável ficam para confirmação humana. Pauta com contexto, decisões abertas, fontes e próximos passos. histórico → pauta → decisão → responsáveis. Acompanhar metas. Meta, métrica, período, valor atual, eventos relevantes e fórmula usada no acompanhamento. Identificar um desvio e mostrar o que mudou desde a última leitura. Consulta de métricas e registro do acompanhamento no contexto. O acompanhamento é consultivo; uma ação externa segue a política e o aprovador aplicáveis. Leitura do desvio, fatores relacionados, lacunas e próximo ponto de controle. meta → leitura → desvio → próximo controle. Organizar pendências. Pedidos, decisões de reunião, prazos e responsáveis nas fontes que a pessoa pode consultar. Distinguir o que pede resposta, o que está bloqueado e o que pode esperar. Consulta aos registros autorizados e organização de uma fila revisável. Preparar a fila não envia mensagens nem altera sistemas; cada ação externa exige a autoridade adequada. Pendências priorizadas com origem, responsável sugerido, motivo e próximo passo. pedido → contexto → prioridade → revisão humana.
Autonomia tem contorno.
Pessoa e agente trabalham dentro de identidades, permissões e políticas explícitas. Ver, usar, propor, executar e aprovar continuam sendo autorizações diferentes. Identidade e escopo. Cada missão parte de um recorte de acesso. A política do workspace pode restringir esse recorte, mas nunca ampliar a permissão concedida pela fonte. quem pode consultar. Ferramentas permitidas. A missão declara os meios disponíveis. Uma ferramenta fora do perímetro não entra no trabalho por conveniência. com quais meios. Aprovação humana. Uma proposta pode estar autorizada enquanto a execução permanece bloqueada. O ponto de parada precisa aparecer antes da mudança. onde o humano decide. Lacunas e bloqueios. Quando falta dado, relação ou permissão, o agente deve declarar o limite sem expor conteúdo protegido nem inventar uma certeza. o que impede avançar.
O agente trabalha sobre o mesmo ciclo do negócio.
Os motores organizam a passagem entre realidade, decisão, trabalho e resultado. O agente usa esse percurso para saber de onde a tarefa veio e aonde a entrega precisa voltar. Conecta. Forma o contexto com origem, relações, permissões e lacunas. Planeja. Compara cenários e estrutura uma rota para decisão. Age. Cria o trabalho, aplica autorizações e registra a entrega. Controla. Acompanha o efeito e devolve o resultado ao contexto. fontes consultadas. decisão e aprovação. trabalho realizado. entrega e efeito. A trilha mantém origem, responsável, estado e resultado no mesmo percurso.
Dê contexto ao trabalho que você quer delegar.
Converse com o SOCEO sobre como organizar dados, decisões, ferramentas e aprovações antes de colocar agentes no ciclo do seu negócio.